
Projeto Focus
Emagrecimento com acompanhamento médico por 1 ano
Método, planejamento e acompanhamento direto comigo. Sem atalhos. Sem fórmulas mágicas. Resultado de verdade.
Por que eu criei o Projeto Focus?
Eu não me via gordo.
Minha família não me via gordo. A Luma não me via gordo. Meus amigos não me viam gordo… Ou pelo menos mentiam.
É impressionante como a gente constrói uma espécie de cegueira coletiva, sabe? Um pacto silencioso onde todo mundo finge que tá tudo bem…
"Você não é gordo, você sempre foi grande."
"Tu é da categoria peso-pesado."
"118 kgs?! Nem parece."
Parece sim. Mas ninguém fala.
Eu nunca tive problema de autoestima. Sempre fui marrento. Talvez esse tenha sido o problema…
Até o dia em que um paciente me disse tudo, sem nem abrir a boca.
Eu estava no consultório. Estava rabiscando sobre Resistência Insulínica. Explicando sobre como Obesidade é uma Doença Crônica…várias siglas bonitas em inglês, sobre desfechos clínicos duros — infarto, AVC, trombose…
Tudo decoradinho. Referências na ponta da língua. Um discurso impecável.
E aí o olhar do paciente desviou.
Foi um microssegundo. Ele não disse nada.
Mas os olhos dele saíram dos meus e foram direto pra minha barriga. Cheguei a checar com a mão para ver se a camisa tinha aberto. Senti o botão da camisa que tava no talo. Senti o corpo que contradizia cada palavra que eu acabava de dizer…
Ele não precisou falar. O olhar dizia tudo.
Tem gente que diz que esse olhar é discriminatório.
Tem gente que diz que a realidade se impõe.
A realidade se impôs.
A realidade era que eu tinha a teoria toda decoradinha. Toda bonitinha. Pronta pra cagar regra. E na prática? Nada! Quer dizer… 115…120… não sei ao certo…chega uma hora que a gente para de pesar, sabe?
Mas é impossível ignorar a realidade. A realidade pesa. Querendo ou não, a realidade se impõe.
Naquele dia eu não reparei um paciente me julgando. Eu vi a verdade que todo mundo ao meu redor tinha sido gentil demais pra me alertar.
Que a Luma era carinhosa demais pra falar. Que meus amigos eram educados demais pra apontar. Que minha família preferia ignorar…
Aquele olhar foi brutalmente íntegro. E naquele segundo, me tirou da negação.
Me vi gordo. Me vi incoerente. Me vi escravo das próprias vontades. Refém dos próprios apetites.
O caminho pra perder quase 40 kg começou com a aceitação. Não com esse papo de se aceitar blá blá blá amor próprio não…
Aceitação de que eu tava DOENTE.
É um papo meio escroto isso, né? Mas esse papo é o que eu gostaria de ter tido antes.
Por que emagrecer com acompanhamento médico?
Obesidade é doença crônica. Envolve metabolismo, hormônios, inflamação e comportamento. Tratar sem avaliação médica é improvisar.
Dieta genérica não funciona. Seu plano precisa ser individualizado — baseado na sua rotina, no seu corpo, na sua história.
Medicação exige critério. A melhor para você depende dos seus padrões metabólicos e comportamentais. Prescrição responsável, sempre.
Você vai aprender sobre alimentação, suplementação e medicação. O objetivo é que você domine a própria saúde.
O que está incluso?
Plano de Acompanhamento